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Veja 7 aspectos relevantes sobre a integração do ERP com a loja! 1 semana ago

Investir na integração do ERP com a loja é uma decisão que contribui consideravelmente para otimizar os resultados de um negócio, visto que a ferramenta proporciona diversos benefícios para as mais variadas rotinas de uma empresa.

Você ainda tem dúvidas a respeito de como isso funciona e por quais motivos deve considerar o uso de um bom sistema de gestão? Elaboramos esta lista com 7 aspectos relevantes sobre essa integração para esclarecer algumas questões importantes. Continue com a leitura e saiba quais são eles!

1. O funcionamento da integração para multilojas

A integração do ERP com a loja permite que qualquer pedido que seja realizado no e-commerce automaticamente gere um pedido de venda no sistema. Com isso, inicia-se uma sequência de processos, começando pela separação do produto e envolve:

  • a baixa no estoque;
  • o repasse de informações para o setor financeiro;
  • a geração do documento fiscal;
  • a preparação para o transporte.

Isso quer dizer que, por se tratar de um sistema de gestão integrada, o compartilhamento de informações é feito de forma automática, permitindo que as atividades sejam feitas em sequência e com o menor risco de erro possível.

No caso de multilojas, o gestor consegue gerenciar todas as unidades em uma só ferramenta, centralizando as informações — o que facilita o controle dos dados e o acompanhamento do desempenho de cada uma delas.

2. O acesso às informações

No caso de um sistema em nuvem — o chamado SaaS —, as informações ficam disponibilizadas de forma online, o que quer dizer que elas podem ser acessadas de qualquer lugar, a qualquer momento, desde que se tenha um dispositivo com acesso à internet. Com isso, o gestor pode acompanhar os processos e os resultados de onde estiver.

3. A contribuição do sistema para a diminuição de etapas realizadas manualmente

Com a integração do ERP com a loja, o fluxo dos processos se dá de maneira automática e sincronizada (como a sequência que explicamos). Em outras palavras, o sistema automatiza os processos e permite que várias etapas sejam executadas sem muita necessidade de intervenção humana.

Assim, ao receber um pedido, que é separado, por exemplo, a baixa no estoque ocorre de forma mecânica, sem que um colaborador tenha que entrar no sistema e fazer a subtração das quantidades de forma manual — o que aumentaria consideravelmente o risco de erros e, consequentemente, a necessidade de retrabalho.

4. As melhorias nas atividades administrativas e gerenciais

Um bom sistema ERP captura, organiza e permite tratar as informações geradas pelas diversas áreas de um negócio. Com a integração, fica mais fácil controlar a operação e tudo o que acontece de forma atualizada. Isso ajuda a identificar a necessidade de melhorias, de investimento em outras áreas, de correção de falhas, entre outras coisas.

Dessa maneira, se é observado que determinado item tem um giro baixo, por exemplo, sabe-se que o ideal é intensificar a divulgação e a promoção desse produto em questão (a fim de alavancar as vendas), além de sinalizar para a área de compras que as aquisições dessa mercadoria devem ser reduzidas (caso realmente não tenha muito apelo com o público).

Com base nessa base de dados, o gestor pode elaborar uma série de metodologias, reestruturar processos e identificar quais são os pontos que precisam de mais atenção — e elaborar ações que vão solucionar problemas ou otimizar os fluxos de trabalho, por exemplo.

O resultado disso é uma diminuição dos erros e dos riscos no negócio, ao mesmo tempo em que as oportunidades são melhor aproveitadas.

Além de tudo isso, ainda existe a possibilidade de utilizar o Business Intelligence (BI) para auxiliar a tornar o processo decisório mais inteligente. Isso é feito por meio dos dados coletados e processados pelo sistema ERP.

5. A possibilidade de criar e acompanhar indicadores de desempenho

Um processo decisório eficaz tem como base dados e informações concretas. Nesse sentido, o ERP permite gerar relatórios diversos, até mesmo cruzando alguns dados, de acordo com as informações necessárias para gerir o negócio.

A partir daí, pode-se elaborar indicadores de desempenho — os chamados KPIs —, que ajudam a ter uma visão a respeito dos processos. Com eles, o gestor consegue avaliar se o resultado alcançado foi aquém do esperado e, com base nisso, elaborar hipóteses a respeito das possíveis causas que prejudicaram a performance.

Nesse caso, fica mais fácil cuidar da estratégia, corrigir falhas, implementar melhorias e promover mais eficiência para a loja — o que se traduz em mais qualidade no atendimento ao cliente e um desempenho cada vez mais satisfatório.

6. O progresso na execução de obrigações tributárias

O ERP permite que a emissão das NF-es seja feita automaticamente, assim que o pedido de venda é liberado no sistema. Isso ajuda a agilizar o processo (reduzindo o tempo necessário para a liberação dos produtos e, consequentemente, o prazo para o cliente) e garantir que as obrigações tributárias serão cumpridas devidamente.

Além disso, também colabora para que as informações financeiras, contábeis e fiscais da empresa se mantenham atualizadas, ajudando a garantir que as atividades sejam realizadas em conformidade com a legislação.

7. O compartilhamento de informações

As informações passam a ser compartilhadas de forma automática, com base no andamento dos fluxos de trabalho. Assim sendo, como dito, sempre que um processo é executado, o sistema envia as informações para que outro se inicie (como é o caso da emissão dos documentos quando o pedido é processado).

No caso de multilojas, existe uma questão ainda mais especial: a centralização a respeito dos dados de estoque. Se existem 2 (ou mais unidades) geridas, o ERP permite que as informações sejam controladas em uma só ferramenta, além de poder designar quantidades específicas para cada loja, com base nas demandas.

A integração do ERP com a loja é uma questão primordial para gestores que precisam otimizar as operações e buscam resultados mais satisfatórios. Com o aumento da eficiência, do controle sobre as atividades, da produtividade e da redução do risco de erros, pode-se dizer que o investimento nessa solução traz uma excelente relação custo-benefício para o negócio.

O que achou? Ainda tem algumas dúvidas a respeito de como o sistema integrado pode ajudar a alavancar os resultados da sua empresa? Então, entre em contato conosco e fale com um de nossos especialistas agora mesmo!





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