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Category: Melhores práticas

Como escrever um e-mail que vende 5 meses ago

Não basta ter um bom produto ou executar um excelente serviço se você não os oferece, não é mesmo? Para que uma empresa alcance o sucesso, é preciso saber vender e ter consigo uma boa e estruturada equipe de vendas.

As empresas que se deram conta disso, com certeza, estão passos à frente da concorrência. Existem diversas técnicas e maneiras de se fazer uma venda, mas hoje vamos falar em como utilizar o e-mail marketing para vender.

Essa poderosa ferramenta pode lhe ajudar a alavancar a suas vendas e, de quebra, estabelecer um relacionamento com o seu cliente, fidelizando-os. Se você quer saber como escrever um e-mail que realmente vende, acompanhe todo o artigo!

Comece com um assunto interessante

Para você aumentar as taxas de abertura de suas campanhas, tudo começa com a elaboração de um bom assunto. Um e-mail que não instiga a curiosidade do leitor tem mais chances de parar na lixeira sem ser lido.

Você precisa convencer logo nos primeiros 20 caracteres, então capriche no assunto! Ao escrever, pense em elaborar um título para a sua apresentação, assim como acontece com o título de obras e filmes. Veja nesse exemplo:

Assunto 1: Produto (X)

Assunto 2: Quer aumentar a performance da sua empresa? Conheça o Produto (X)

Faça uma abertura

Não chegue logo de cara oferecendo o seu produto/serviço, isso pode assustar o cliente aumentando as chances dele não continuar a leitura. Em vez disso, seja cordial, se apresente, faça uma pequena introdução do que você quer mostrar à pessoa.

A intenção é construir um relacionamento com o cliente, por isso resista à tentação de vender logo nas primeiras linhas (apesar de ser esse o objetivo do e-mail). Veja o exemplo:

Olá Carlos,

Como gerente comercial da empresa (nome fantasia), gostaria de compartilhar 
com você boas práticas que têm levado muitas empresas 
a aumentarem a performance dos seus negócios. 

Trata-se de uma ferramenta que, além de produzir dados precisos
sobre o andamento do seu negócio, lhe permitirá tomar as melhores
decisões de maneira rápida e certeira!

Escolha um tipo de abordagem

Após a apresentação, o desenvolvimento do e-mail, no qual você vai efetivamente vender o seu produto/serviço, pode ser elaborado de diferentes formas. É o caso, por exemplo, de se fazer uma abordagem mais incisiva (hard sell), ou ir aos poucos (soft sell), comendo pelas beiradas, sabe?

Vale ressaltar que os dois tipos de abordagem são ótimas opções, o que vai determinar a escolha são as suas as estratégias de venda. Vamos aos exemplos:

Hard sell

Por isso, investir em tecnologia é uma excelente saída
para se manter competitivo no mercado, como é o caso do Produto (X). 

E é aqui que eu entro: meu objetivo é que você tenha
um aumento em X% do seu faturamento utilizando o Produto (X).

E aí, topa o desafio?

Soft sell

Para lhe ajudar a melhorar o desempenho da sua empresa
e, de quebra, aumentar o seu faturamento em até X%,
minha sugestão é o Produto (X).

Eu sei que nem sempre é o momento de investir em novas tecnologias,
por isso eu lhe pergunto: essa é a sua necessidade neste momento?

Utilize gatilhos mentais

Primeiramente, vamos definir o que são os gatilhos mentais. Segundo Rejane Toigo, estudiosa de neuromarketing e proprietária da agência Like Marketing:

 

“Gatilhos mentais são informações que são colocadas no texto que vão se comunicar diretamente com a região do cérebro onde está localizada a decisão da pessoa com quem você está falando”.

Dito isso, os gatilhos mentais são palavras, frases ou imagens que são empregadas no texto para atingir o comprador, facilitando a sua decisão de adquirir o seu produto/serviço.

Vale ressaltar que os gatilhos funcionam de maneiras diferentes nas pessoas, por isso é importante conhecer a jornada de compra do seu público, ou seja, o que leva as pessoas a adquirirem o seu produto/serviço.

Nos exemplos acima, foram utilizados os gatilhos “aumentar a performance”, “melhorar o desempenho”, “aumentar o faturamento em X%”, todas pensadas na necessidade desse cliente em potencial.

Para encerrar o seu e-mail de vendas é fundamental inserir um CTA (Call to Action), convidando o seu cliente em potencial a realizar uma ação, seja ela entrar em contato, preencher um formulário ou visitar a sua home.

É interessante que o CTA seja claro e objetivo. Vejamos como podemos encerrar o e-mail de exemplo:

Se o Produto (X) lhe interessar, podemos bater um papo.
Ficarei feliz em ajudar a sua empresa a crescer! 
Basta clicar aqui em preencher o formulário.  

José da Silva - gerente comercial 

Empresa (nome fantasia)

Endereço e telefone

Para fazer um e-mail eficiente de venda não é preciso escrever muito. A palavra-chave aqui é: seja direto. A simplicidade guia o comprador exatamente pelos caminhos que você deseja que ele percorra.

Assim, não é preciso um texto cheio floreios, porque a intenção do e-mail de venda é despertar o interesse da pessoa e fazer com que ela identifique uma necessidade, considerando o seu produto/serviço como uma possível solução.

E aí, pronto para colocar essa estratégia em prática. Compartilhe conosco aqui nos comentários como foi a sua experiência!

Você não sabe como aumentar o faturamento? Descubra já! 6 meses ago

Se você sabe como aumentar o faturamento, ao mesmo tempo que consegue manter seus custos operacionais mais baixos, tem como resultado o aumento da lucratividade. E quem não deseja um cenário como esse?

É importante ressaltar que o aumento das receitas não implica, necessariamente, ter que contratar mais colaboradores para agregar valor aos produtos e serviços. Existem outras maneiras de se chegar a esse objetivo com mais eficiência. Quer saber quais são elas? Então, confira nossas dicas a seguir!

Atraia novos clientes e mantenha os antigos

O custo de atrair novos clientes é mais elevado do que o de manter os mais antigos fidelizados. Porém, ainda assim, ele é necessário para que sua empresa continue gerando receita e se estabeleça no mercado.

O grande x da questão, aqui, é como fazer esse trabalho de atrair e manter clientes. Por isso, invista em estratégias voltadas para a geração de novos leads e que ajudem a fidelizar o seu público. Entre as principais, podemos citar:

  • tenha presença online;
  • seja engajado nas redes sociais;
  • faça promoções periodicamente;
  • implemente um plano fidelidade;
  • ofereça descontos para as próximas compras.

Agregue valor ao produto e serviço e aumente o ticket médio

Ao agregar valor aos produtos e serviços, de forma que eles sejam percebidos e aceitos pelos clientes, você tem uma justificativa para poder cobrar um preço um pouco mais alto pelo que oferece.

Além disso, você também pode oferecer combinações para estimular uma compra maior — um consumidor que busca um tênis de corrida, por exemplo, pode se interessar por meias e roupas esportivas e comprar mais do que havia planejado inicialmente.

Aumentar o seu ticket médio — ou seja, o valor médio que cada cliente gasta em uma compra — é uma excelente forma de aumentar o seu faturamento com as vendas.

Simplifique os processos para produzir mais

O excesso de burocracia ou a existência de tarefas que não agregam valor aos produtos e serviços é um problema que pode prejudicar o seu desempenho, principalmente se você tem custos operacionais fixos.

Isso quer dizer que, independentemente do volume da sua produção, no final do mês, seus gastos serão os mesmos. Assim, se você simplifica os processos e passa a produzir mais, consegue aumentar o seu faturamento.

Invista em tecnologia

A tecnologia é uma grande aliada das empresas, pois torna os processos mais ágeis, ajuda no controle das tarefas, automatiza atividades (minimizando o trabalho manual), entre vários outros benefícios.

Ao adotar um sistema de gestão integrada (ERP), você consegue centralizar a sua administração em apenas uma ferramenta. Em outras palavras, você tem o controle de tudo que precisa em um só lugar.

Dessa forma, torna-se possível acompanhar todo o fluxo de um trabalho, do momento em que os materiais chegam na empresa até a emissão dos documentos e expedição para o cliente. A tomada de decisão e a identificação de pontos que necessitam de melhorias — incluindo estratégias sobre como aumentar o faturamento —tornam-se bem mais acertadas.

Saber como aumentar o faturamento nem sempre representa um lucro maior para a sua empresa, principalmente se os seus custos forem muito altos e variáveis de acordo com o volume de vendas. Entretanto, obter bons números com esse indicador é um excelente termômetro de como se dá o desempenho da sua empresa no mercado.

Gostou deste artigo? Quer saber mais sobre outros conteúdos ligados a gestão e melhoria de resultados? Então, assine a nossa newsletter agora mesmo e passe a receber todas as novidades em primeira mão!

Eficiência sem mistérios com 7 métricas de controle de estoque 6 meses ago

Para se alcançar uma gestão de estoque eficiente, é preciso enfrentar diversos desafios. Como exemplos, podemos citar problemas de indisponibilidade do produto, excesso de itens com baixa demanda e a contagem que não bate na hora de realizar o balanço.

Para auxiliar nessa tarefa, existe uma série de medidas que podem ser adotadas, entre elas, o acompanhamento de métricas de controle de estoque. Elas permitem avaliar o desempenho de determinados processos e contribuem para a identificação de falhas que devem ser corrigidas — tornando a tomada de decisão bem mais acertada.

Quer saber quais podem ser monitoradas na sua empresa e como elas contribuem para otimizar as rotinas? Então, continue com a leitura e confira agora mesmo!

1. Tempo de ciclo

O tempo de ciclo diz respeito ao período de tempo decorrido do momento em que seu fornecedor recebe o pedido de compra até a hora em que os produtos são registrados dando entrada na empresa. Isso quer dizer que ele está ligado ao tempo médio que leva para um processo de aquisição ser concluído.

Por que é importante controlar esse dado? É por meio dele que você fica ciente do prazo que tem para acionar o seu parceiro de negócios — e receber os itens — antes que falte mercadoria e seus clientes deixem de ser atendidos.

O ideal é que essa métrica seja calculada e acompanhada para todos os itens, visto que ajuda a otimizar o planejamento de compras, organizar o recebimento dos itens e evitar perdas nas vendas (decorrentes das faltas).

2. Cobertura do estoque

Essa também é uma das métricas de controle de estoque voltadas para o planejamento de abastecimento de acordo com as demandas futuras. Entretanto, enquanto o tempo de ciclo está voltado para o ciclo do pedido, a cobertura de estoque indica por quanto tempo os itens disponíveis serão capazes de suprir o volume de vendas.

Para encontrar esse valor, basta dividir as quantidades disponíveis pela demanda média de venda por dia do mesmo produto. Não é aconselhável ter números muito altos como resultados, visto que isso pode indicar excesso de itens — consequente de um planejamento ineficiente.

Esse indicador contribui para que apenas os produtos necessários (e mais vendidos) sejam armazenados, além de ajudar a identificar o melhor momento para realizar as aquisições, considerando a variação da demanda e o tempo de ciclo.

3. Consumo médio

Consiste na quantidade de itens vendidos em determinado período. Apesar de estar ligado a vários fatores externos à empresa (como a sazonalidade), é um indicador que deve ser controlado justamente para identificar picos ou baixas nas vendas — e permitir uma programação mais acertada dos níveis de estoque.

Para encontrar o consumo médio de cada item, basta identificar o montante vendido em determinado período e dividi-lo pelo tempo necessário para o cálculo (que pode ser por dia, semana, mês ou ano, por exemplo).

4. Ponto de ressuprimento

Uma das maiores falhas de um controle de estoque é identificar a falta de determinada mercadoria somente no momento em que o cliente chega para realizar uma compra. Além de perder o dinheiro da venda, gera insatisfação e ainda faz o consumidor procurar o concorrente.

Para evitar esse problema, o cálculo do ponto de ressuprimento também é uma opção. Ele consiste no momento adequado de acionar o fornecedor, considerando seu tempo de ciclo, e receber os produtos, sem correr o risco de sofrer com faltas.

Para calculá-lo, utiliza-se a seguinte fórmula:

Ponto de ressuprimento = ciclo médio do produto x consumo médio (do mesmo item).

Depois que o resultado for encontrado, deve-se adicionar uma margem de segurança (uma variação percentual sobre as vendas), necessária para cobrir o estoque caso haja algum atraso do fornecedor, avaria nos itens, ruptura no estoque ou qualquer outro revés que pode levar à perda de uma venda.

Para exemplificar como funciona na prática, utilizaremos os dados abaixo:

  • ciclo médio: 10 dias;
  • consumo médio: 50 unidades.

Ponto de ressuprimento = 10 x 50 = 500

Adicionando uma margem de segurança de 30%, então teremos: 650 unidades. Em outras palavras: quando o estoque chegar a 650 unidades, deve-se acionar o fornecedor solicitando o envio de mais itens.

5. Acuracidade do inventário

A acuracidade do inventário é utilizada para identificar a diferença entre a informação contida no sistema de controle (estoque contábil) e a quantidade de produtos que realmente estão disponíveis no armazém (estoque físico).

Quanto mais próximo esse indicador estiver de 100%, significa que mais acertado é o seu controle, ou seja, existem poucas divergências entre o estoque físico e o contábil. Por outro lado, se o resultado for inferior a 98%, é necessário fazer uma análise a fim de identificar as causas do desencontro de informações e criar um plano de ação para corrigi-las.

As consequências de uma baixa acurácia envolvem, principalmente a possibilidade de perder uma venda por indisponibilidade do produto quando se acreditava que ainda existiam algumas unidades armazenadas.

6. Vendas perdidas

Apesar de ser uma rotina diretamente ligada à área comercial, o índice de vendas perdidas também se relaciona com o controle de estoque. Já falamos sobre a falta de produtos em estoque e como isso faz com que os clientes deixem de ser atendidos. Então, fica mais fácil entender a relação, certo?

Ao controlar essa métrica, você passa a saber exatamente quanto dinheiro as falhas de gestão custaram para a sua empresa.

Para saber, com mais detalhes o quanto você deixou de ganhar, pode-se registrar o valor do faturamento perdido e também do lucro que a venda proporcionaria — nesse caso, basta fazer o cálculo da seguinte forma: (preço – custo) * unidades que deixaram de ser vendidas.

7. Curva ABC

A Curva ABC é uma excelente ferramenta de controle de estoque e pode ser utilizada como métrica para identificar os produtos que têm maior demanda (e trazem maior retorno para a empresa) e quais deles são menos vendidos (e não precisam ser adquiridos com tanta frequência).

Basicamente, as mercadorias são dividas em três grupos:

  • Classe A: itens que têm alto giro e trazem um bom retorno financeiro para a empresa (em termos de lucratividade);
  • Classe B: são os produtos que têm um bom giro, mas não são tão lucrativos para a empresa quanto os da Classe A;
  • Classe C: são mercadorias com baixo giro e que, portanto, geram pouco impacto para o faturamento e a lucratividade da empresa.

Acompanhar esse indicador proporciona insights a respeito de quais materiais são realmente importantes para o negócio e quais podem ser reduzidos — ou mesmo descontinuados — por não terem uma demanda regular.

Monitorar essas métricas de controle de estoque e utilizá-las para auxiliar na tomada de decisão contribui para otimizar o seu negócio e atender aos clientes com mais qualidade, aumentando as chances de concretizar mais vendas e melhorar o faturamento.

Gostou deste artigo? Quer aproveitar para saber como aprimorar a sua gestão de estoque? Então, você não pode deixar de conhecer estas regras básicas para um bom controle!

Automatização da loja virtual: como manter tudo no automático? 7 meses ago

A automatização de loja virtual é um tema que veio para ficar. Vivemos na Era da Informação e os mercados estão cada vez mais competitivos. É preciso agir rápido para não ficar para trás. Mas como manter a sua loja no automático? Como fazer a tecnologia trabalhar para você? Como vender mais e gastar menos? Todas essas perguntas são muito comuns para quem gerencia um comércio físico e/ou virtual.

Antes de mais nada, precisamos entender o que são os sistemas ERP. Trata-se de uma ferramenta de grande porte com módulos personalizáveis às demandas dos seus clientes. A ideia é fornecer uma solução de TI que consiga comunicar e integrar os setores da sua loja virtual.

Ficou interessado no assunto? Então, confira, no post que preparamos, as principais vantagens da automatização de loja virtual para o seu negócio. Vem comigo!

Segurança

Não podemos falar de tecnologia sem antes falar de segurança. Por quê? Os incidentes em sistemas de informação estão cada vez mais comuns e isso pode representar grandes riscos para o seu e-commerce. Como agir diante dessa situação?

Com a ajuda de especialistas é possível comprar uma solução ERP configurada de acordo com as demandas da sua loja virtual. Os investimentos em segurança da informação podem evitar muitos problemas futuros. A automatização de loja virtual deve ser um processo gradativo e seguro.

Melhora de produtividade

Os clientes estão cada vez mais criteriosos e exigem produtos de qualidade. Gerenciar essas expectativas sem as ferramentas adequadas pode gerar gastos desnecessários para a sua loja virtual. Um sistema ERP é capaz de produzir relatórios gerenciais em poucos segundos e isso significa decisões rápidas e eficazes. Em mercados competitivos, sai na frente aquele que utiliza a tecnologia ao seu favor.

Foco no negócio

Sabemos que gerenciar uma loja virtual é uma tarefa complexa e com muitas variáveis fora do nosso controle. Não podemos perder tempo com problemas técnicos e pontuais. Por isso, é importante contar com sistemas ERP personalizados de acordo com as necessidades do seu negócio.

Essas soluções de TI permitem a automatização da sua loja virtual e lhe dão mais tempo para se dedicar às tarefas críticas do seu empreendimento. Investir em tecnologia é uma forma inteligente de reduzir esforços desnecessários e, assim, aumentar o seu faturamento.

Integração entre processos

Os sistemas ERP potencializam a integração dos setores da sua loja, pois facilitam o trâmite correto das informações entre técnicos e gestores. A comunicação é fundamental para o funcionamento dos seus processos críticos e a tecnologia é um facilitador disso tudo.

Por meio dos gatilhos inteligentes, é possível atualizar os pedidos da sua loja em tempo real. Isso facilitará os seus processos internos e manterá os seus clientes sempre informados. Os cases de sucesso sempre envolvem a utilização de processos integrados. Com um sistema ERP, você conseguirá ver quais pontos críticos da sua loja precisam de mais atenção.

Controle financeiro e de estoque

Não adianta, é preciso controlar e, sempre que possível, reduzir os custos da sua loja. Por meio dos sistemas ERP, é possível fazer essa gestão de forma rápida e inteligente. Os sistemas ERP são configuráveis de acordo com as peculiaridades do seu negócio e permitem uma visão ampla da sua loja. Com isso, é possível controlar de perto as transações mais críticas do seu setor financeiro e do seu estoque.

Foco na experiência do usuário (omnichannel)

Não basta gerar boas vendas, é preciso estar sempre disponível para os seus clientes. Por meio do ERP é possível configurar vários canais de atendimento (omnichannel) e melhorar a experiência de compra dos seus usuários. O sistemas ERP conseguem automatizar a sua loja virtual por meio da emissão de etiquetas e NF-e. Essa funcionalidade pode acelerar os processos de faturamento das suas vendas.

Além de conhecer os benefícios da automatização de loja virtual, é essencial, também, que esse processo seja feito por uma empresa experiente no assunto. Assim, você terá um e-commerce alinhado às expectativas do mercado.

Essas são as principais vantagens da automatização de loja virtual para o seu negócio. Se você gostou do artigo, compartilhe-o com os seus contatos nas redes sociais.

Como o Business Intelligence pode aumentar a eficácia do negócio? 7 meses ago

Informações relevantes e no momento certo são fundamentais para a continuidade de qualquer empreendimento. Uma gestão efetiva exige dados consistentes e organizados. Rotinas de Business Intelligence (BI) são valiosas para as decisões estratégicas do seu negócio.

BI é a união de informações, tecnologias de processamento, estudos, análises e conhecimentos humanos para racionalizar as decisões estratégicas de uma empresa. Sistemas de BI armazenam dados para convertê-los em conhecimentos úteis para as demandas do seu negócio. É uma forma de otimizar o fluxo de informações dentro da sua empresa.

As ferramentas de BI conseguem emitir indicadores de performance que são muito valiosos para quem gerencia lojas físicas e virtuais. Essas informações, se bem empregadas, podem gerar insights que permitem calcular o ROI de cada atividade do seu negócio.

Ficou interessado no assunto? Então, continue a leitura e entenda como o Business Intelligence pode aumentar a eficácia do seu negócio!

Controle de custos

Monitorar custos é saber exatamente quanto, quando e como gastamos com a realização de cada tarefa dos nossos processos. É sempre válido lembrar que só podemos gastar o dinheiro que temos. O custo de cada atividade do nosso negócio deve ser controlado e, se possível, otimizado. Isso é aumentar a nossa performance.

Os sistemas de BI nos permitem enxergar quais são os departamentos de nossa empresa que mais geram ônus financeiros e, desse modo, reduzi-los sempre que necessário.

Eficácia para o negócio/e-commerce

Processos eficazes são aqueles que atendem plenamente aos objetivos do negócio. Por meio das informações geradas pelo BI, é possível visualizar quais são as transações que mais se aproximam das metas da sua loja. Com isso, pode-se direcionar os esforços para aqueles processos de maior valor agregado e ganhar tempo para aprimorar cada vez mais os processos críticos.

Integração de sistemas

As ferramentas de Business Intelligence conseguem integrar aplicativos de análise de dados, relatórios gerenciais, processadores de transações online, apps para mobile e serviços na nuvem. Isso é uma tendência da transformação digital! A visualização dos dados do seu e-commerce por meio de painéis, tabelas sumarizadas, gráficos, métricas, mapas e indicadores de performance é resultado dessa integração de sistemas em uma ferramenta de BI.

Indicadores de performance personalizados

Cada negócio tem as suas particularidades e processos internos. Por meio das ferramentas de BI, é possível gerar indicadores de performance personalizados e de acordo com a realidade da sua loja. Personalizar esses indicadores é uma maneira inteligente de melhorar a sua gestão interna. O autoconhecimento do seu negócio pode evitar muitos problemas.

Alta disponibilidade

Os sistemas de BI permitem acessar os dados da sua loja virtual a qualquer hora. Bastam alguns cliques para que você consiga visualizar todos os indicadores relevantes para o seu negócio. A visualização desses dados é personalizada e de acordo com os padrões de comportamento de compra dos seus consumidores. Vale sempre reforçar que investir em tecnologia é uma forma de se manter competitivo no mercado.

Campanhas eficazes

Com grandes massas de dados específicos e personalizados, é possível criar campanhas de vendas direcionadas para os desejos dos seus clientes. Essa otimização das vendas pode garantir a sustentabilidade do seu negócio por muitos anos.

Gestão do conhecimento

Business Intelligence é uma tecnologia aliada aos processos internos e que viabiliza diversas análises de dados. O objetivo é apoiar os comerciantes com informações consistentes para as decisões críticas.

Informações consistentes geram conhecimento de negócio e, em consequência disso, melhoram a competitividade da sua empresa e a performance interna. Analisar o comportamento dos seus consumidores é vital para que você possa montar campanhas inteligentes e direcionadas. É uma forma de gerenciar conhecimento e reduzir custos.

Análise do comportamento dos clientes

Predizer tendências é fundamental para você analisar os comportamentos futuros dos seus clientes. Por meio dos sistemas BI, é viável visualizar padrões nos dados transacionais e, assim, agir de forma mais alinhada com as demandas dos seus consumidores.

Histórico de informações

Os relatórios gerados pelos sistemas de Business Intelligence armazenam o histórico das informações relevantes do seu comércio. É recomendável organizar esses documentos por datas, produtos e clientes. A análise dessas informações permite que os gestores descubram quais são as tendências para o seu negócio.

Trata-se de uma forma de antever possíveis demandas. Os painéis com históricos de preços podem revelar insights muitas vezes não perceptíveis em uma análise rápida. Produtividade e eficácia são palavras de ordem para a sua empresa se manter no mercado. São fundamentais para o futuro do seu negócio o estudo crítico dos dados estratégicos e a gestão da inteligência competitiva.

Comparativo com a concorrência

Não adianta, o comércio está cada vez mais competitivo e precisamos ficar de olho na concorrência. Por meio das ferramentas de BI, é possível enxergar quais transações da sua loja são mais onerosas e, assim, otimizá-las.

Melhorar essas transações é uma forma de reduzir custos e se destacar no mercado competitivo. Estamos na Era Digital e é preciso produzir com cada vez mais eficiência.

Pronto para implantar um sistema de Business Intelligence no seu e-commerce? Então, assine a nossa newsletter e fique sempre atualizado com as novas tendências.

DRE Gerencial: o que é, como ela funciona e como fazer? 7 meses ago

Existem diversos relatórios (obrigatórios ou não) que devem ser gerados para garantir uma gestão eficiente e uma tomada de decisão mais acertada. Entre eles, está a Demonstração do Resultado do Exercício, que permite ter uma visão ampla a respeito dos resultados contábeis.

Quer saber melhor o que é a DRE gerencial, quais dados ela deve apresentar e como sua estrutura deve ser montada? Então, você não pode deixar de ler este artigo. Continue conosco e confira agora mesmo!

O que é a DRE gerencial?

A DRE pode ser definida como um relatório que, como o nome sugere, demonstra um resumo das operações financeiras realizadas em determinado período (geralmente do ano) e seus resultados — que podem ser de lucro ou prejuízo para a empresa.

Em outras palavras, esse demonstrativo permite comparar os recebimentos, os custos e as despesas, operacionais e não operacionais, do seu negócio. A DRE gerencial apresenta uma condensação dos resultados e permite realizar projeções de custos, de possibilidade de crescimento, de necessidade de investimentos, entre outras coisas.

Por que ela é importante para a empresa?

Junto a outros relatórios (como o Balanço Patrimonial e o Fluxo de Caixa), o demonstrativo é essencial para que o gestor conheça e analise a situação financeira do negócio. Assim, podemos dizer que a DRE gerencial mostra um norte a respeito dos fatores que podem afetar os resultados e o que precisa ser feito a partir daí.

O objetivo é acompanhar a evolução dessas questões, além de:

  • identificar a capacidade da empresa de gerar renda (lucros);
  • avaliar os empecilhos que podem resultar em prejuízo (fechando o período no vermelho);
  • obter uma base sólida e confiável para a tomada de decisão;
  • elaborar estratégias que contribuem para preservar a saúde financeira do negócio;
  • definir um planejamento estratégico mais condizente com a realidade.

Como é uma estrutura de DRE?

Existem vários pontos que devem ser considerados na elaboração de uma DRE gerencial. Para que o relatório apresente os resultados corretos, essas variáveis devem ser constantemente monitoradas e registradas. Vamos conhecê-las?

Receitas

Trata-se de todo dinheiro que entrou no caixa no período. Geralmente, têm origem:

  • na venda de produtos;
  • na prestação de serviços;
  • no recebimento de juros;
  • no recebimento dos rendimentos de aplicações financeiras.

Deduções e abatimentos

Podemos defini-los como descontos que ocorrem sobre a receita obtida. Surgem com:

  • a incidência dos impostos sobre o seu preço de venda — ICMS (para venda de produtos) e ISS (para a prestação de serviços);
  • os descontos oferecidos aos clientes no momento da negociação;
  • as devoluções das vendas realizadas.

Receita líquida

Consiste no resultado obtido por meio da subtração das deduções e abatimentos sobre as receitas.

Custo de vendas

Corresponde aos gastos necessários para que a empresa mantenha e continue executando as atividades e possa vender seus produtos (ou prestar os serviços para os clientes). Eles estão ligados à compra de produtos (matéria-prima ou mercadorias) e ao frete pago para o fornecedor realizar as entregas desses itens.

Eles se dividem em três categorias:

  • Custo das Mercadorias Vendidas (CMV);
  • Custo dos Produtos Vendidos (CPV);
  • Custo dos Serviços Prestados (CSP).

Lucro bruto

Consiste no resultado da receita líquida menos os custos de vendas.

Despesas administrativas

Trata-se de todas as despesas fixas necessárias para manter a empresa em funcionamento, mesmo quando não há vendas. É o gasto que se tem com:

  • aluguel;
  • água;
  • energia elétrica;
  • internet.

Despesas com vendas

São todos os custos que seu negócio tem depois que as vendas são concretizadas. É o caso do pagamento de comissões e ações de pós-vendas, por exemplo.

Despesas financeiras

Estão ligadas ao pagamento de juros, multas e, inclusive, variações cambiais (para empresas que trabalham com importação).

Resultado antes do IRPJ e da CSLL

É o resultado encontrado depois que as despesas são subtraídas do lucro bruto. Porém, ainda não se considera o abatimento dos impostos.

Dedução do IRPJ e da CSLL

Aqui, realiza-se o abatimento, sobre o faturamento, do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).

Resultado líquido

Por último, temos o resultado líquido. Ele é obtido depois que todos os abatimentos sobre o lucro bruto são realizados. É aqui que se avalia o verdadeiro resultado do negócio, que pode ser de lucro (caso positivo) ou prejuízo (caso negativo).

Estrutura de uma DRE

Agora que todos os fatores que devem ser considerados em uma DRE são conhecidos, vamos apresentar como a estrutura deve ser montada. Veja só:

  • (+)Receita com vendas;
  • (-) Deduções e abatimentos (sobre a Receita com vendas);
  • (=) Receita Líquida (Receita com as vendas – Deduções e abatimentos);
  • (-) Custos de vendas — CPV, CMV, CSP;
  • (=) Lucro Bruto (Receita Líquida – Custos de vendas);
  • (-) Despesas administrativas;
  • (-) Despesas com as vendas;
  • (-) Despesas financeiras;
  • (=) Resultado Antes do IRPJ e da CSLL (Lucro Bruto – Despesas);
  • (-) Abatimentos do IRPJ e da CSLL;
  • (=) Resultado Líquido (Resultado Antes do IRPJ e da CSLL — Abatimentos do IRPJ e CSLL).

Esse resumo é amplamente utilizado por gestores para se chegar ao resultado de certo exercício (período que pode ser mensal ou anual, por exemplo). Entretanto, dependendo do grau de complexidade da DRE, é possível que haja desdobramentos com novas informações e um detalhamento ainda maior do desempenho financeiro.

Vale ressaltar que existem ERPs — sistemas de gestão integrada — que já vêm com esse tipo de relatório, facilitando ainda mais a vida do gestor, que passa a ter as informações a qualquer momento, com bastante agilidade e acuracidade.

A DRE gerencial precisa ser acompanhada para que se tenha conhecimento a respeito do desempenho da empresa e a necessidade de ajustes no plano de ação, caso os resultados se mostrem aquém do esperado. Por meio dela, são criadas estratégias para aprimorar o desempenho e garantir uma saúde financeira satisfatória para o negócio. Portanto, podemos dizer que é um instrumento crucial para a tomada de decisão.

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Conheça 4 ideias de como parar de vender no marketplace 8 meses ago

Marketplace é um canal que realiza múltiplas vendas on-line onde vários fornecedores se reúnem para vender seus produtos ou serviços, normalmente fornecidos por empresas já consolidadas no e-commerce, como Amazon, eBay, Submarino, entre outros.

Para uma empresa iniciante em lojas virtuais, é importante unir-se ao marketplace por ganhar mais know-how, ter maior visibilidade, aumento das vendas e captação de novos clientes.

O que vamos apresentar neste post são dicas e ideias que te ajudarão a definir qual o momento ideal de parar de vender no marketplace. Confira!

1. Analise o negócio

Se sua empresa já atua com marketplace, é importante avaliar periodicamente se vale a pena continuar com o negócio ou montar sua própria estrutura de e-commerce.

Avalie se o parceiro do marketplace está de acordo com a estratégia do seu negócio, analisando itens como:

  • o site tem alto tráfego e é compatível com o total de vendas de seus produtos?
  • a avaliação dos clientes está sendo satisfatória?
  • você tem suporte operacional adequado para o negócio e a gestão?
  • o canal está ajudando na logística de entrega, exposição dos produtos e integração?

2. Fortaleça o seu e-commerce

Para que você pare de vender no marketplace, é muito importante ter certeza de que seu e-commerce está forte e sua marca já tem reconhecimento no mercado.

Uma das formas de fortalecer sua loja virtual é investir pesado em:

  • logística e gerenciamento de produtos: aumente sua infraestrutura de logística e tenha um bom ERP de controle de estoques;
  • sistemas de dados inteligentes: para a ajuda na estratégia e na geração de campanhas de fidelização de seus clientes, invista em inteligência de dados: BI, Big Data ou Data Science;
  • marketing digital: investir em marketing digital é crucial para que a sua marca passe a ter visibilidade e consiga captar novos clientes.

3. Verifique os prós e contras

Vamos, agora, listar os prós e os contras de permanecer no marketplace. Acompanhe:

Prós

Custos reduzidos

Alguns marketplaces, como a Amazon, cuidam de quase tudo: cumprimento de pedidos, SEO e até estratégias de marketing. Tudo o que você precisa fazer é criar sua loja, gerenciar os produtos e preços oferecidos e controlar os pedidos recebidos. Em troca de uma taxa, é claro.

Segurança nos pagamentos

Por serem grandes empresas, têm uma maior garantia quanto aos recebíveis e uma excelente segurança para o cliente com as transações financeiras.

Contras

Não são seus clientes

Vamos imaginar que você venda muito em um marketplace, seja bem avaliado e as pessoas conheçam a sua marca. Na hora de montar seu próprio e-commerce, poderá descobrir que o seu banco de dados de clientes não está completo. Entenda: os clientes do mercado não são seus clientes, então você nunca terá seu próprio banco de dados com informações cruciais, como por exemplo o e-mail, que é fundamental para estratégias de marketing digital.

Concorrência do marketplace

Se formos olhar de perto, a empresa de marketplace é o seu pior concorrente. E, ao vender seus produtos em sua plataforma, você oferece informações confidenciais sobre sua empresa, faturamento, quantidade de clientes e produtos mais vendidos.

Concorrência entre produtos

Você nunca é exclusivo no produto que está vendendo, e você precisa competir dentro do próprio marketplace.

4. Invista em ERP

A última dica — e não menos importante — é investir em sistemas ERP, principalmente se você está pensando em parar de vender no marketplace. Além de gerenciar o controle de estoque, financeiro, cadastros e demais processos específicos de sua organização, os melhores ERPs têm integração entre as lojas virtuais e físicas, gerando um sistema de estoque realmente eficiente e ajudando a logística.

Apresentamos aqui 4 dicas para que você analise bem se é viável ou não vender no marketplace, como os prós e os contras, rever o negócio e investir em tecnologia de inteligência de dados e sistemas integrados.

Não se esqueça, também, que é de extrema importância acompanhar detalhadamente todo o processo de vendas no marketplace, para evitar prejuízos e insatisfações com o cliente.

Esperamos que tenha gostado dessas ideias que apresentamos e que elas ajudem na estratégia da sua empresa. Se gostou, compartilhe este texto nas suas redes sociais!

Como integrar sua loja física ao ambiente virtual? Veja o passo a passo! 8 meses ago

Com a consolidação do comércio eletrônico nos últimos anos, as empresas mudaram a forma de vender seus produtos. Tornou-se crucial a existência de uma loja virtual para que qualquer organização consiga oferecer seus produtos ou serviços de maneira online. Mas, como transformar uma loja física em virtual?

Não é uma tarefa simples, mas vamos ajudá-lo com algumas dicas que devem ser consideradas para que sua loja seja um sucesso. Saiba como avaliar esse novo negócio, integrar as lojas físicas e virtuais e adotar os melhores sistemas para que essa integração aconteça sem nenhum trauma. Acompanhe!

Avaliando o novo tipo de negócio

É necessário começar com um planejamento para transformar uma loja física em virtual, portanto seja cauteloso!

Veja o que a concorrência está fazendo

Em um ambiente virtual, seus concorrentes, normalmente, são mais complexos — empresas maiores, de qualquer região e marca fortalecida. Então, faça melhor! Pense em ideias, condições ou produtos exclusivos para disponibilizar na loja virtual.

Construa um site responsivo

Escolha uma empresa com ideias inovadoras para que o site seja responsivo — design e funcionalidade para qualquer dispositivo —, inteligente e que forneça uma boa experiência do usuário (UX).

Pense na estrutura física

Dependendo do tamanho da sua empresa e da quantidade de vendas, é necessário um time de funcionários para cuidar da loja virtual. Além disso, é essencial ter um controle de estoque que suporte a integração entre loja física e loja virtual e a logística para o envio das mercadorias.

Adotando um ERP com integração entre as lojas

Uma etapa crucial nesse processo é realizar a integração dos sistemas entre a loja física e a virtual. As atualizações devem ser constantes, para que o controle de estoque não tenha problemas, como vender um produto que já foi vendido e que já não esteja disponível em estoque.

Para conseguir essa integração, a melhor solução é adotar um sistema ERP por meio de empresas especializadas. E se você já tem um ERP, verifique se ele contempla os serviços de integração entre as lojas, principalmente no que diz respeito ao controle de estoque.

Fazendo um bom cadastro de produtos

Além da devida integração do controle de estoque entre as lojas físicas e a virtual, um cadastro de produtos impecável é o diferencial para a sua loja virtual. Pense no site como uma grande vitrine, que deve ser completa, oferecendo todas as informações que o cliente precisa para tomar uma decisão de compra.

Um bom cadastro ajuda a proporcionar a melhor vitrine e deve conter o máximo de informações, como:

  • nome;
  • fotos;
  • descrição completa;
  • material utilizado;
  • dimensões;
  • preço;
  • quantidade em estoque.

Definindo estratégias de vendas

Ao planejar e definir qual será a estratégia de vendas da empresa para a loja virtual, é importante pensar em:

  • estabelecer metas de vendas;
  • investir em Marketing Digital — maior visibilidade da loja virtual na web;
  • estabelecer períodos para avaliação gerencial e operacional — e rever a estratégia, se necessário;
  • emitir relatórios gerenciais para a tomada de decisão.

As informações gerenciais são de vital importância para a definição da estratégia de vendas. É fundamental ter um bom sistema que colete e extraia essas informações, como o BI — Business Intelligence ou Inteligência de Negócios.

Investindo em BI para medir seu ROI

Outro fator a ser analisado é o ROI — Retorno sobre o Investimento. Para montar uma boa loja virtual existirá um custo inicial, sendo imprescindível que seja analisado no decorrer de determinados períodos se a empresa está obtendo retorno sobre o investimento realizado. É importante verificar, também, se o sistema ERP que você vai contratar para integrar as lojas também contempla as funcionalidades de BI, Big Data ou inteligência de dados.

Vimos, no decorrer deste post, dicas poderosas sobre como transformar uma loja física em virtual, por meio da avaliação do negócio, da importância de adquirir um ERP que saiba integrar as lojas em tempo real, entre outros. Um projeto assim requer muito trabalho e sabemos que essa transição é desafiadora, mas se realizada de forma eficiente pode gerar resultados positivos para o negócio.

Gostou das dicas e tem alguma dúvida ou experiência para compartilhar? Deixe seu comentário no post!

ERP em nuvem: o melhor custo-benefício para o seu negócio! 8 meses ago

Com tanta inovação saindo do forno a cada dia, estar sempre atualizado com as novas tecnologias tornou-se fundamental. E a nuvem não para de crescer! Os sistemas de ERP em nuvem tornaram-se muito populares nos últimos anos na gestão empresarial — especialmente entre empresas de pequeno e médio porte.

A computação na nuvem veio revolucionar o mercado e ajudar essas organizações a se manter atualizadas tecnologicamente com um baixo custo e uma grande performance. Quem adota essa ferramenta percebe as diversas vantagens e seu custo-benefício rapidamente.

Por isso, vamos apresentar, neste post, o conceito e a funcionalidade do ERP e os principais benefícios dessa plataforma. Confira!


Conceito do ERP

Para entender melhor o conceito de ERP em nuvem, vamos voltar um pouco: o que é ERP? Significa Enterprise Resource Planning, ou Planejamento dos Recursos da Empresa.

É um sistema de gestão empresarial que automatiza e integra os diferentes setores de uma organização, promovendo maior agilidade de acesso e sincronicidade das informações, aumentando a integridade e valor dos dados e facilitando, assim, o trabalho das equipes. Basicamente, existem dois tipos de ERP:

ERP On-Premise

Os sistemas On-Premise são os tradicionais ERPs instalados na própria empresa, com toda a infraestrutura de servidores, softwares, serviços e regras de negócio alocados na própria companhia.

ERP em nuvem

Já os sistemas de ERP em nuvem têm funcionalidades similares às do ERP On-Premise, mas toda a sua infraestrutura — física e lógica — fica na nuvem. Uma solução na nuvem é acessada via browser e chama-se SaaS (Software as a Service, ou entrega de software como serviço).

Estrutura na nuvem

Embora o ERP na nuvem e o ERP On-Premise ofereçam funcionalidades semelhante em termos de ferramentas e uso, o ERP na nuvem garante economia de custos, flexibilidade, escalabilidade, segurança e velocidade — as pequenas e médias empresas, principalmente, o acham muito atraente.

Quanto à infraestrutura da nuvem, ela permite que os bancos de dados e os sistemas fiquem armazenados em grandes data centers — servidores que podem estar espalhados pelo mundo e que interagem entre si por meio da computação em grade, formando uma grande máquina virtual.

Assim maioria das empresas adotou soluções de ERP para automatizar seus processos e descobriu que seus sistemas se tornam ainda mais robustos quando implantados na nuvem e com múltiplos benefícios, como os citados acima.

Para ilustrar quão benéfica essa solução será para a sua empresa, veremos as principais vantagens logo abaixo. Vamos lá?

Infraestrutura

As organizações que adotam essa solução percebem instantaneamente a redução de custos e armazenamento de hardware e infraestrutura, além da economia com a transição de funções de suporte de TI, que podem ser gerenciadas pelo provedor de ERP em nuvem.

Para que essa infraestrutura na nuvem seja bem-sucedida, é crucial que haja parceria com os melhores data centers mundiais para a hospedagem dos dados, cujo objetivo é tornar seus dados acessíveis com a maior facilidade, rapidez e segurança possíveis.

Segurança das informações

Alguns empresários recusam-se a eliminar o ERP On-Premise porque acham que isso tornaria os seus dados vulneráveis. Enquanto a conversa de segurança local versus a nuvem ainda está em discussão, a maioria depositou sua confiança na nuvem. Por quê?

Os requisitos de segurança mais rigorosos para provedores de ERP na nuvem os pressionam a esgotar todas as possibilidades de erro fazendo a gestão de vulnerabilidades e riscos.

Os grandes centros de dados garantem e monitoram os serviços, servidores, sistemas, infraestrutura de rede e o backup dos dados em tempo real, além de armazenarem seus dados em vários lugares, para garantir que nada seja perdido.

Menor investimento inicial

Em comparação com a implementação e manutenção de um sistema de TI interno, os programas ERP baseados em nuvem e o armazenamento de dados custam menos no capital inicial. Mesmo a taxa de serviço mensal do ERP em nuvem é mais rentável a longo prazo.

Ao eliminar as taxas anuais de manutenção e cobrar apenas por usuário/mês, o ERP na nuvem é mais econômico do que os sistemas que exigem licenças caras e atualizações constantes de hardware e software.

Implementação remota

Toda a implementação do sistema pode ser realizada de forma remota, não havendo necessidade de deslocar os recursos da empresa especializada para a implementação dos sistemas.

Essa ação elimina diversos custos, mas, principalmente, ganha tempo, já que todo o processo pode ser feito na sede da empresa — ou onde você quiser!

Escalabilidade

Cuidar do escalonamento é bem complicado quando não temos os sistemas ERP na nuvem. Se você dimensionar sua infraestrutura para que seus negócios cresçam lentamente, não acompanhará seus clientes e a concorrência. Contudo, se você dimensionar para mais, pode gastar muito com a infraestrutura e desperdiçar recursos.

Talvez o maior problema seja a sazonalidade, pois é necessário prever e provisionar os sistemas e servidores para aguentar os períodos de pico dos sistemas. Porém, passado o pico, sua infraestrutura ficará com muito tempo ocioso e sem o aproveitamento total dos equipamentos. E isso custa dinheiro.

Como todo sistema ERP na nuvem oferece uma plataforma escalonável — podendo aumentar ou diminuir o tamanho de processamento e armazenamento —, você não precisa comprar e instalar novos hardwares ou licenças de software quando contratar mais funcionários, aumentar a base de clientes ou estiver vendendo mais.

Basta acordar com a empresa especializada e dimensionar seu pacote de ERP para acomodar um número ilimitado de usuários, sem o incômodo de manter ou substituir hardware e software locais.

Flexibilidade

O ERP em nuvem é flexível porque pode ser acessado de qualquer lugar, com qualquer dispositivo que esteja habilitado para a Internet. Isso significa que você tem a capacidade de tomar boas decisões de negócios, de qualquer lugar que estiver e em qualquer dispositivo móvel — seu notebook, tablet ou smartphone.

Também é possível compartilhar dados com mais facilidade entre locais e departamentos, e como todos na empresa estão interagindo com dados centralizados por meio de uma interface comum, a probabilidade de interpretar os dados de maneira diferente entre funções é diminuída, e a oportunidade de colaboração aumenta.

Por fim, os dados que estão em um ERP na nuvem são mais fáceis de usar com ferramentas de BI ou Big Data, projetadas para trabalhar com dados na nuvem, oferecendo flexibilidade para gerar dashboards com relatórios gerenciais ou operacionais excelentes para sua empresa.

Como vimos neste post, os benefícios são diversos e, se a sua empresa está em crescimento e precisa de uma solução de ERP que possa crescer com ela, o ERP em nuvem pode ser sua melhor aposta em termos de custo-benefício, flexibilidade, escalabilidade, segurança e velocidade. E você vai ter tempo de sobra para cuidar das estratégias da sua companhia.

A Web Managers é especialista em soluções em nuvem de gestão para loja e pode ajudá-lo a começar essa mudança. Entre em contato hoje mesmo!

Como controlar o estoque no e-commerce? Entenda aqui! 9 meses ago

Mesmo com os enormes avanços em tecnologia e processos de negócios nos últimos anos, muitas empresas ainda não realizam operações básicas de gestão de estoque. E só podem ter prejuízo! Mas, como controlar o estoque no e-commerce da melhor maneira? Somente com o planejamento e revisão dos processos de forma adequada e os sistemas integrados.

Ao adotar um correto controle de estoque, são percebidos diversos benefícios, como a otimização do capital de giro, equilíbrio do estoque para suprir a demanda, liberação de espaços físicos e evitar o desvio de produtos e materiais.

Contudo, talvez o mais importante seja suprir as demandas de vendas sem problemas que prejudiquem a marca da empresa, como a venda de itens que não estão no estoque ou envio do produto errado ao cliente.

Já deu para perceber a importância do controle de estoque em uma empresa, seja qual for o seu porte. Então, agora discutiremos algumas das formas existentes para que o controle de estoque seja eficiente e os lucros da sua empresa, fantásticos. Acompanhe!

Atualize o estoque em tempo real

Existem algumas ferramentas que realizam as atualizações dos processos em forma de lote, ou seja, determina-se um período — variando entre 15 e 60 minutos — e o sistema faz as atualizações das informações.

E aí existem alguns riscos, como pedidos realizados pelo cliente com um produto que ficou sem estoque porque outro cliente comprou o último, dez minutos antes — venda duplicada —, envio da mercadoria errada, exposição de produtos que estão com estoque esgotado ou retirada de produtos no site que estão novamente no estoque.

Ao adotar ferramentas de atualização em tempo real esses riscos são mitigados, permitindo que os funcionários e clientes visualizem sempre os produtos realmente disponíveis, realizando:

  • controle das entradas e saídas de cada produto;
  • contagem por amostragem;
  • controle dos kits dinâmicos;
  • conferência de pedidos.

Tenha a melhor performance de vendas

Os clientes de um e-commerce têm perfis muito diferentes, já que a internet permite que você venda para qualquer um, de qualquer lugar, a qualquer hora. E, como conseguir exibir somente o que o cliente gosta ou precisa, no seu site?

É possível analisar os dados de sua base de clientes, definir seu perfil e suas preferências e separá-los por segmentos. Dessa forma, podem ser criadas campanhas específicas ou a exibição dos produtos na vitrine de acordo com o que o cliente quer — aumentando de forma significativa a conversão em vendas. Esse recurso é conseguido por meio do BI — Business Intelligence —, para extrair esses resultados.

Contudo, o BI sozinho não faz esse serviço. É preciso configurar, também, a ciência de dados como Big Data, estatísticas de venda etc, para que os resultados apresentados possam enriquecer ainda as campanhas para o lojista.

Um exemplo: o cliente que mora na Região Sul e costuma comprar de madrugada, pode comprar muito o produto A e o cliente da Região Norte, que compra ao meio-dia, prefere o produto B. Com a segmentação você poderá ofertar diretamente ao cliente o produto certo, na hora certa.

O BI possibilita também que você consiga atribuir e analisar os custos financeiros por produto e combinar essas informações com as vendas para obter uma imagem mais verdadeira da lucratividade da mercadoria. Dessa forma, permite a tomada de decisão quanto aos itens que devem ser incluídos ou excluídos de seu estoque.

Adote o Omnichannel

O Omnichannel permite que você integre o controle de estoque e vendas, por meio de todos os canais de venda, seja físico, no site ou por meio dos marketplaces. Em seu sentido mais prático, destina-se a parar o caos do estoque no varejo com a simplificação de processos e a integração das tecnologias.

O controle de estoque por meio do Omnichannel exige a sincronização das informações de disponibilidade dos produtos com o seu estoque e a sua loja virtual em tempo real — produtos disponíveis, não disponíveis e com baixo estoque.

Conectar os sistemas de inventário, e-commerce, marketplace e o PDV oferece desempenho e visibilidade unificada das suas operações, simplificando o compartilhamento de dados, para que você possa fazer otimizações baseadas em dados e obter benefícios como:

  • autonomia do comprador — capacite os compradores a procurar, solicitar ou comprar o estoque disponível da loja on-line ou em outro local;
  • custos de envio reduzidos — permita que os clientes retirem ou devolvam compras on-line na loja ou em locais satélites;
  • inventário aumentado — ative o estoque de reequilíbrio em toda a empresa e atenda a pedidos on-line na loja mais próxima.

Planeje o estoque e faça a previsão com números reais

Planejar um estoque requer muita precisão e compreender que não se deve ter um estoque insuficiente e muito menos um estoque excedente nas prateleiras. A chave aqui se chama equilíbrio! A maneira mais próxima de conseguir esse equilíbrio é utilizar a previsão do estoque, que mede com a maior precisão possível o produto que deve ser armazenado e sua quantidade. Nessa análise, podem ser verificados:

  • o histórico das vendas dos produtos;
  • a localização geográfica dos clientes versus o produto mais vendido da região;
  • a sazonalidade.

Com esses dados — e outros, de acordo com as particularidades da empresa —, é possível calcular a previsão de estoque, utilizando o Modelo Sazonal de Evolução de Consumo. Um gráfico de 3 linhas que exibe:

  • consumo efetivo máximo (50+25%);
  • consumo médio (50);
  • consumo efetivo mínimo (50-25%);

Por exemplo, um e-commerce de brinquedos aumentará o estoque em períodos como o Dia das Crianças e o Natal. Nos demais meses terá que diminuir o seu estoque. Já um e-commerce de roupas não mantém um estoque alto de biquínis se estiver no inverno, mas aumenta a quantidade de blusas e casacos.

Até parece simples com os exemplos, mas a maior questão aqui é encontrar o número ideal — mais próximo possível de estoque de cada produto. O recomendado é não ter estoque cheio de produtos que podem encalhar ou falta de um produto no estoque.

Para se aproximar mais dos números ideais, é imprescindível que seja implementado um software de gestão de estoque com recursos de BI para contemplar a previsão de estoque com maior eficácia.

Monitore e automatize seus processos para controlar o estoque no e-commerce

Ao monitorar os processos por meio de um fluxograma de automação, você combina as pessoas certas, o software e os processos necessários para monitorar o ciclo de vida do pedido, desde o ponto de saída até a entrega do produto ao cliente.

E muitas coisas acontecem entre o momento em que uma pessoa acessa o botão “enviar pedido” em seu site e quando o pacote é entregue à sua porta. Em suma, os comerciantes precisam processar o pedido, selecionar o estoque, gerar NF-e, embalá-lo e enviá-lo para a transportadora.

A cada mudança de status, o cliente e os colaboradores envolvidos serão acionados. Bom para o funcionário, que pode tomar alguma ação rapidamente caso algo esteja errado, e bom para o cliente, que fica satisfeito por saber como está o pedido solicitado, diminuindo a ansiedade e as ocorrências do SAC.

Pense em ERP como a melhor solução

Analisando todas as maneiras acima de realizar um bom controle de estoque, fica claro que sem automação o processo é muito suscetível a erros. Não tem como ser preciso sem auxílio de uma solução em gerenciamento de estoques.

Adotar um sistema de gestão ERP — Enterprise Resource Planning ou Sistema Integrado de Gestão Empresarial — é a solução adequada e que mitiga ou resolve de vez os problemas de gestão de estoque.

E não pense que ERP é viável somente para grandes empresas. Atualmente, com o cloud computing e o SaaS — Software como Serviço — o acesso à tecnologia de ponta se tornou mais democrático e disponível até para pequenas empresas.

Como os dados estão hospedados em nuvem, o gestor administra de qualquer lugar, bastando um dispositivo móvel com acesso à Internet. Os melhores sistemas de gestão integram todas as áreas da empresa e plataformas de e-commerce e geram relatórios gerenciais para que o gestor tenha um controle total sobre a empresa a um custo viável.

E não esquecendo do mais importante, os colaboradores. Para que qualquer ferramenta funcione corretamente é crucial que os funcionários sejam muito bem treinados, habilitados e eficientes para que o gerenciamento do e-commerce seja um sucesso.

Descrevemos aqui como controlar o estoque no e-commerce é um dos pontos mais importantes de um negócio virtual, sendo necessário atualizar o estoque em tempo real, monitorar os processos, equilibrar esse estoque e ainda utilizá-lo como uma ferramenta para a venda de acordo com o perfil de cada cliente.

A precisão do seu estoque é fundamental para todas as estratégias de e-commerce. Assuma o controle do seu inventário hoje: entre em contato com a gente!

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